Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
Cheguei a meio da vida já cansada
De tanto caminhar! já me perdi!
Dum estranho país que nunca vi
Sou neste mundo imenso a exilada.
Tanto tenho aprendido e não sei nada.
E as torres de marfim que construí
Em trágica loucura as destruí
Por minhas próprias mãos de malfadada!
Se eu sempre fui assim este mar morto:
Mar sem marés, sem vagas e sem porto
Onde velas de sonhos se rasgaram!
Caravelas doiradas a bailar…
Ai quem me dera as que eu deitei ao mar!
As que eu lancei à vida, e não voltaram!…
“Naveguei oceanos de tempo para reencontrá-la”
Dracula
“O homem mais feliz do mundo é o que encontra seu verdadeiro amor’…
Dracula
“Nós somos a noite, a escuridão…
Vivemos de ser, querer, desaparecer..
Afinal o que somos? apenas sombras?
Ou o terror de juntos sermos apenas um…
Não somos mais sombras…
Não somos mais um ser
Nós somos apenas paixão
Nós somos filhos da escuridão…
juntos poderemos semear a dor e a destruição!”
(Um louco em noite de lua cheia.)
“Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite ”
(Clarisse Lispector)
HERMANOTEU NA TERRA DE GODAH… Simplesmente Hilário…
Sarah Jezebel Deva… Sarah Jane Ferridge nasceu em em Forest Gate na Inglaterra cantou com Cradle of Filth, Covenant, Therion entre outros… aqui uma musica que me marcou! Angtoria… God Has a Plan for Us All
Amaranth
…A Redescoberta de Nightwish, com a saida(?) de Tarja e a entrada de Anette Olsen apresentam uma sonoridade impressionante, mas o que me leva a falar de novo sobre esta musica é a propria palavra Amaranth. O que é Amaranth? …mas antes de mais veja o video!
Agora explico porque gostei tanto, amaranth é uma planta que nasce na beira dos rios na finlândia… seu nome vem do grego “Amaranthus” uma das especies se chama “Love Lies Bleeding (Amaranth caudatus)” (traduzindo: Amar Jaz Sangrando / Amor se deita sangrando) que descrevendo se pode imaginar como espigas enormes e vermelhas de flores…
Agora uma obra de Arte… De Hugo Simberg - O Anjo Caido, mostrando que é uma musica escrita de forma inteligente e muito completa na sua forma audio e visual, é um som intenso e simples mas repleto de surpresas…
Letras e Tradução: Leia mais »
De todas as cartas do tarô, a que mais me fascina é O Louco (ou O Tolo). não por acaso, é a primeira carta dos Arcanos Maiores. é o herói que inicia sua jornada, representado, nos mais diversos baralhos, como um idiota ingênuo que caminha sem olhar onde pisa. em algumas iconografias, ele caminha precisamente para um abismo, levando apenas uma trouxinha nas costas. a despeito da tragédia que o espera, está feliz. e ainda tem a companhia de um simpático vira-latas.
quem conhece o tarô sabe que estamos tratando de arquétipos. e quem conhece Jung e sua arquetipologia, sabe que isso é a vida em seu mais puro psiquismo. não se trata de reconhecer o tarô como ciência ou de lhe dar um estatuto de adivinhação sobre o futuro. francamente, esta é uma discussão que me interessa muito pouco. o que realmente me interessa é compreender a jornada arquetípica dos Arcanos Maiores e o significado dos quatro elementos (água, fogo, terra e ar), no caso dos Arcanos Menores.
o Louco está em você quando você inicia uma jornada. o pressuposto é que a vida é formada por ciclos. mas um novo ciclo só acontece quando outro se encerra, o que significa que algo deve terminar para que outro algo possa começar. e então temos as dificuldades operacionais de abrir espaço, interiormente, aos nossos Loucos.
primeiro, porque geralmente não permitimos que os ciclos se encerrem. temos grande dificuldade em deixar pessoas e projetos “irem”. às vezes isso soa como perda (e pode ser), outras vezes entendemos como fracasso. nossa cultura não nos habituou ao desprendimento, especialmente em relação ao outro. nem sempre vemos que deixar alguém ir, o passado ir, é um ato de generosidade e de coragem.
segundo, porque geralmente temos medo do desconhecido. outras rotinas, com outras pessoas, desafios, linguagens e propostas são coisas que podem nos desestabilizar. é preciso ser um pouco Louco para aceitar começar tudo de novo, colocar uma trouxinha nas costas e ver no que vai dar.
terceiro, porque não admitimos que somos seres altamente imaginativos. estamos tão empenhados em fazer sucesso, obter reconhecimento e ser desejados, que deixamos de lado qualquer coisa que signifique o risco do ridículo ou do patético. não nos permitimos ser Tolos. estamos sempre muito preocupados em olhar firme para o chão que pisamos e em levar uma mala cheia das coisas que poderemos precisar.
os Loucos que moram em nós são constantemente sufocados. alguns velhos ciclos estão pedindo aposentadoria, e ainda assim nós relutamos – por inércia, por medo, por excesso de apego, por erro de avaliação. bastaria pegar a trouxinha, chamar o vira-latas, abrir o sorriso e permitir-se ser Tolo, sob o sol, à beira do abismo. e ver o que há.
Excelente utilitario para limpeza de registro/lixeira no seu pc…

Corrida de Avós
Invenção do ano …corrida das avós da barbie?
“O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.”
“Paciência e perseverança tem o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem.”
“Quanto maior a dificuldade, tanto maior o mérito em superá-la.”
Henry Ward Beecher
Megadeth é um grupo musical norte-americano de Thrash Metal liderado pelo seu fundador, vocalista e guitarrista Dave Mustaine. O grupo foi formado em 1983, após Dave ser expulso do Metallica. Desde então, a banda lançou onze álbuns de estúdio, seis álbuns ao vivo, dois EPs e duas compliações. Leia mais »
Em 840, um número indeterminado de embarcações bordearam a costa galega e asturiana até chegar à actual Torre de Hércules - torre e farol situado na península da cidade da Corunha em Espanha - (o seu grande tamanho deve ter-lhes parecido importante) e saquearam a pequena aldeia situada a seus pés. Ordonho I teve notícias da expedição e convocou o seu exército para fazer frente à incursão, derrotando os vikings e recuperando boa parte da pilhagem. Mandou afundar entre sessenta e setenta dos seus barcos, o que não deve ter sido uma grande vitória como demonstra o facto de que seguiram a sua campanha de saques. Em Lisboa os cronistas falam de uma esquadra composta por 53 baixéis.
No ano 844 outra expedição normanda arrasa a cidade de Gijón e segue a costa atlântica até chegar a Lisboa e atacá-la. Em seguida tomaram Cádiz e subiram de novo pelo Guadalquivir, saqueando minuciosamente Sevilha durante 7 dias, a partir da qual lançaram ataques por terra. No entanto, quando Abderramão II saiu com os seus homens, e após algumas batalhas, os vikings viram que não podiam vencer a força andalusa e fugiram, abandonando Sevilha e deixando muitos para trás, que se renderam às forças do Emir. Destes, os mais afortunados acabaram criando cavalos ou fazendo queijo, os menos com o velho castigo para a pirataria: enforcados.
Durante o reinado de Afonso III das Astúrias, os vikings chegaram a cortar as comunicações navais com o resto de Europa. O historiador e hispanista Richard Fletcher menciona pelo menos duas incursões assinaláveis na Galiza em 844 e 858.
Afonso III estava bastante preocupado pela ameaça dos vikings para estabelecer postos fortificados na costa, como faziam outros reis.
— Richard Fletcher
Em 858 os normandos sobem pelo Ebro desde Tortosa, sobem-no até ao Reino de Navarra, deixando atrás as inexpugnáveis cidades de Saragoça e Tudela, seguem depois pelo seu afluente, o rio Aragão até encontrarem o rio Arga, o qual também sobem, chegando até Pamplona que saqueiam, raptando ao rei navarro. Uma expedição similar
ataca Orihuela a partir do Segura. Em 859, os vikings chegam de novo a Pamplona e sequestram o novo rei Garcia I Iñíguez.
Como consequência destes ataques, em 859 tentou-se detê-los de novo. Ampliou-se o porto de Sevilha e aumentou-se a frota de vigilância marítima sob os reinados de Abderramão III e Alhakén II. Abderramão II, ante as incursões normandas, constrói os Ribat, fortalezas nas desembocaduras fluviais, entre estas as denominadas hoje em dia São Carlos da Rápita em Tarragona, La Rábida no rio Tinto de Huelva; La Rábita em Granada, entre as desembocaduras do rio Grande e o Guadalfeo, etc.
Em 968 o Bispo Sisnando de Santiago de Compostela foi assassinado e o mosteiro de Curtis saqueado, tendo de se tomar medidas para defender a cidade interior de Lugo. O saque de Tui no século XI deixaria o cargo episcopal da cidade vazio por meio século. A captura e sequestro de reféns para pedir um resgate também foi prática comum: Fletcher menciona o pagamento de Amarelo Mestáliz para garantir a segurança da sua terra e resgatar as suas filhas, capturadas em 1015. O bispo Crescónio de Compostela (1036–66) repeliu ainda outro ataque viking e mandou construir as Torres do Oeste (Catoira) como fortaleza naval para proteger Compostela. A Póvoa de Varzim, no norte de Portugal, foi colonizada pelos vikings. Lisboa também sofreu ataques de importância.
Mais contundente foi o conde Gonçalo Sancho que destruiu toda a frota de Gunrod da Noruega; o conde Sancho capturou e esfaqueou toda a tripulação e seu rei.
Não se sabe com certeza a causa ou causas que terminaram com os ataques vikings. Alguns autores opinam que a aceitação da fé cristã por volta do ano 1000 pela maioria destes, atenuou o seu desejo de atacar a seus correligionários. Também se aponta que as incursões só constituíam uma moda e que terminaram quando já não foram novidade. De qualquer modo os reinos nórdicos desejavam cada vez mais abrir-se ao resto de Europa e comerciar com eles em lugar de os invadir. Como exemplo está o caso do rei castelhano Afonso X de Leão e Castela que casou o seu irmão Fernando com a princesa Cristina da Noruega a 31 de Março de 1252, porque o dito casamento era conveniente tanto para Afonso X como para Haakon IV.
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.